O amor é um sentimento que podemos conceituar
de várias formas. O dicionário nos fala que é afeição, afeto entre outros
adjetivos. Já na vida, vamos encontrar numerosas especulações que tentam viabilizar
um conceito eclético, que pode mitigar a carência daqueles ansiosos à
conquista. Para mim, o verdadeiro significado está nas profundezas de nossas
mentes e dos nossos corações.
Durante
anos a humanidade tenta vivenciar este sentimento, parecendo até que, a busca
incessante, traz a cada geração modificações que culminam na eutrofização deste
adjetivo tão explorado e cobiçado pelo homem. O ápice da desestruturação
conceitual do amor está intrinsecamente ligado à evolução humana, onde Deus,
com sua benevolência, teve de tomar atitudes drásticas para que a humanidade
parasse e refletisse sobre as suas funções aqui na terra.
Diante de todos os conflitos existências, vejo
que é em Deus que podemos ter este conceito, pois Ele na sua onipotência enviou
Seu filho predestinado a ensinar-nos a amar verdadeiramente, colocando-o entre
nós.
Cristo
passou por todo um tormento, mostrando a nós, todos os sentimentos como: a
humildade, e a compaixão entre outros, confrontando-os com os sentimentos
antagônicos, da ambição, do egoísmo e da posse entre tantos que pairam em nossas
vidas materiais. Diante de toda humilhação, Cristo chegou a um ponto crucial do
seu martírio, o calvário, onde Ele nos ensinou a maior de todas as lições. Entregando-se
à cruz, como demonstração de doação, sucumbindo então aos olhos de todos, numa
verdadeira forma de expressar o verdadeiro amor. Morreu para fazer nascer este
sentimento dentro de nós. Tornou-se semente que, por meiose, germina em nosso
peito, e que temos apenas a função de regá-la.
Observo que, diante do caminho traçado pelo
Divino, não podemos vulgarizar um sentimento tão eloquente como o amor; devemos
sim nos precaver e sempre tentar expressar os outros sentimentos, sem confundir
a pérola que tanto buscamos, e que Deus na euforia da criação a colocou dentro
de nós, mas que muitos a procuram e poucos a acham. Portanto antes de dizer, TE
AMO, pensemos se realmente podemos expressar esta palavra de forma verdadeira
para outra pessoa.
Rauly
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